PORTUGAL PROMOVE O PANORAMA BRASIL EM MOVIMENTO
PBM, a brasilidade em forma poética, multicultural e contemporânea no uso de novas tecnologias!
O Panorama Brasil em Movimento- PBM, projeto lançado em 2006 pelas acadêmicas, pesquisadoras e professoras Rosana Martins e Goretti Pedroso, visa em suas edições estimular o intercâmbio cultural da língua portuguesa, a partir do cinema, pintura, música, teatro e que envolve artistas e acadêmicos entre os dois países, Portugal e Brasil, focando a temática dos direitos humanos, meio e ambiente, arte e educação.
A abrangência do PBM é multidisciplinar, multicultural. Suas ações giram em torno das temáticas: cidadania, direitos humanos, segurança pública, cultura, linguagem e comunicação. Tudo está explicitamente contemplado nas atividades, programas, obras editoriais e conferências realizadas pelas equipes técnicas que integram o projeto. É, portanto, um mosaico bem estruturado, contemporâneo e agregador de manifestações e tecnologias culturais pelo mundo que propõe não só a aproximação de povos, mas resgata o brasileiro fora de suas fronteiras, apresentando-lhes a vanguarda dos acontecimentos da brasilidade que permeia a atualidade política, econômica e, sobretudo, social e de sustentabilidade do planeta. Trata-se de uma manifestação genuína que tem por missão divulgar de forma poética, artística, literária a imagem do Brasil do século XXI, no uso de novas tecnologias e consequentes desdobramentos estéticos, conflituais e conceituais. Conta com a colaboração, apoio e parceria: CIMJ - Centro de Investigação Media e Jornalismo, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa (PT); Centro de Estudos Cibernética Pedagógica da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo- ECA/USP (BR); GETS- Grupo de Estudos Técnico de Segurança da Universidade de São Paulo- USP (BR); CEMRI- Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais da Universidade Aberta de Lisboa (PT); Associação Diálogo e Ação
(Lisboa-PT); Casa da América Latina (Lisboa-PT); Embaixada do Brasil em Lisboa (PT).
Assim, é que em novembro próximo, Portugal abraça o PBM sediando-o nos territórios da Universidade Nova de Lisboa sob a denominação: PANORAMA BRASIL-PORTUGAL EM MOVIMENTO- Mídia, Cidadania, Multiculturalismo - SÃO PAULO-LISBOA/2009. De um lado Portugal e do outro Brasil, separados pelo oceano, agora se unem através da conexão cultural que pode ser entendido no sentido de fortalecer e consolidar o fraterno relacionamento de laços tão antigos, tão especiais, tão estreitos e tão fortes que unem historicamente os dois países e que sejam preservados e desenvolvidos. O Panorama Brasil-Portugal em Movimento integra o acordo cooperativo entre Universidade de São Paulo (Escola de Comunicações e Artes - Departamento de Comunicações e Artes) e Universidade Nova de Lisboa (Departamento Ciências da Comunicação) e é focado, sobretudo, em gerar redes de apoio e parcerias de cooperação técnica e científica de entidades públicas e associações ligadas aos direitos humanos, com objetivo de integrar e articular no fortalecimento das temáticas ligadas aos desafios do desenvolvimento comunicacional humano e políticas públicas.
O evento abrange densa programação entre conferências, projeção de filmes e documentários brasileiros e portugueses, lançamento do livro institucional (patrocinado pelo GETS- Grupo de Estudos Técnicos de Segurança, Universidade de São Paulo) ―Direitos humanos, Segurança Pública & Comunicação‖ de autoria Rosana Martins; Maria Goretti Pedroso; Tabajara Novazzi Pinto. São seus curadores em Portugal: Dra. Rosana Martins, Dr. Francisco Rui Cádima e Dr. Ricardo Campos. No Brasil, a MsC. Goretti Pedroso, Dra. Lucilene Cury e a artista Anna Guerra são as curadoras. Já a Produção e Montagem em Portugal são assinadas por Ana Rita Chaves e no Brasil, pela artista Anna Guerra.
SERVIÇO DO EVENTO:

Data(s): 3 de novembro à 30 de novembro de 2009

Local: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade de Nova de Lisboa-
Avenida de Berna 26-C- Lisboa l (+351) 21 790 83 00- Portugal/PT

Horário(s): 14hs00 às 19hs00

Contato(s) Portugal: rosanasantosposse@yahoo.com.br

Contato(s) Brasil: cristinarocha@inforpress.com.br
Contatos com a Imprensa com Inforpress Assessoria de Comunicação, com Cristina Rocha e Chico Fialho,
imprensa@inforpress.com.br, (55 11)3064-2188, fax: (55 11)3082-54
FICHA TÉCNICA DO EVENTO
Nome: PANORAMA BRASIL-PORTUGAL EM MOVIMENTO- Mídia, Cidadania, Multiculturalismo - SÃO PAULO-LISBOA/2009
Curadoria Brasil:
- Maria Goretti Pedroso. Jornalista, com especialização em cinema publicitário. Mestre e doutoranda em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes – ECA-USP. Coordenadora do programa de Pós-Graduação em Cinema, Vídeo e Fotografia do Centro Universitário Belas Artes. Atualmente, dirige comerciais, institucionais e documentários, além da área pedagógica. É autora dos livros: Mulher Virtual, (Esetec, 2005); Admirável Mundo MTV Brasil (Saraiva, 2006); Direitos Humanos Segurança Pública & Comunicação (ACADEPOL, 2007). Curadoria do Projeto urbanidades em Movimento Casa do Lago/Unicamp – Setembro/Outubro.
- Lucilene Cury. Desenvolveu os estudos de Pós-Graduação na Área de Comunicação: mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, com pesquisas sobre a TV e a Criança; o Rádio e a Literatura Latino-Americana para Crianças Brasileiras. Realizou estudos de Pós-Doutorado em Paris, na Sorbonne, voltados à Televisão. Atualmente é docente da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Interdisciplinaridade, nas Diversas Áreas da Pesquisa da Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: globalização, cultura, educação, comunicação e internet. Coordena o Grupo de Pesquisa - Cibernética Pedagógica: Laboratório de Linguagens Digitais - Certificado pelo CNPq, onde estudantes e pesquisadores desenvolvem projetos de pesquisa relacionados ao mundo virtual e à inclusão digital/social, tais como: "Atalhos para a Inclusão Digital"; "Educação no Ciberespaço" e "O Mundo Virtual é para Todos?". Link para o Grupo de Pesquisa Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais: Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais - USP
- Anna Guerra, arquiteta, artista empresária das artes e cultura. O fascínio é pelos temas do Nordeste do Brasil. Faz arte desde criança e vem de uma família de talentosos artistas de Carpina, cidade do interior de Pernambuco, porém, o temperamento da artista é cosmopolita e seus vôos são amplos e ambiciosos. Anna Guerra já está no aeroporto do Recife com um grande painel, pertíssimo portanto de conexões para o resto do mundo, recentemente assumiu a Espaço Galeria 3058A na cidade de São Paulo, capital do mais importante estado brasileiro.
Curadoria Portugal:
- Rosana Martins. Cientista Social formada pela Universidade de São Paulo- USP. Mestre e Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes/USP. Investigadora e Pós-doutoranda do Departamento de Ciências da Comunicação da FCSH - Lisboa/Portugal. Pesquisadora do Centro de Estudos Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais -Universidade de São Paulo/Escola de Comunicações e Artes - São Paulo/Brasil. Autora dos livros: Hip-Hop. O estilo que ninguém segura (Esetec, 2006); Admirável Mundo MTV Brasil (Saraiva, 2006); Direitos Humanos Segurança Pública & Comunicação (Acadepol, 2007).
- Francisco Rui Cádima. É atualmente Presidente da Comissão Científica e Coordenador do Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Professor Agregado em Ciências da Comunicação e Doutorado em Comunicação Social pela FCSH-UNL, onde coordena ainda o Mestrado de Novas Media e
Práticas Web. Foi representante de Portugal no Conselho Intergovernamental do PIDC da UNESCO (2001-2005). Foi Diretor do OBERCOM – Observatório da Comunicação (1999-2004).
- Ricardo Campos. Mestre em Sociologia e Doutor em Antropologia (especialidade Antropologia Visual). Foi bolsista de pós Doutoramento (Bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia) no Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA, pólo ISCTE) em Lisboa. Atualmente é Investigador-Auxiliar no Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI, Universidade Aberta). Tem pesquisado sobre culturas juvenis, tribos urbanas, expressões artísticas e tecnologias digitais em Antropologia, tendo diversos artigos e capítulos de livros publicados em edições nacionais e internacionais sobre estas temáticas. É igualmente ilustrador, tendo ilustrado livros e artigos de revistas nacionais.
Equipe de Comunicação e MKT:
Brasil:
- Cristina Rocha, Jornalista, Relações Públicas e Advogada; Mestre em Educação, Administração e Comunicação; Especialista em Administração e MKT, Turismo- Gestão do Patrimônio Cultural, e, MBA em Tecnologia da Educação; Professora Universitária; Assessora, Consultora em Educação, Comunicação, MKT e Turismo; palestrista profissional.
- INFORPRESS - A integração econômica e tecnológica tem tornado o planeta cada vez menor e suas relações produtivas ainda mais exigentes. Essas transformações limitam as barreiras de concorrência a uma única: a da competência. As artes, a cultura, os negócios e a continua preocupação social que permeia as sociedades organizadas contemporâneas são o foco dos projetos e serviços da Inforpress Assessoria de Cominação que tem no Panorama Brasil em Movimento- PBM o seu parceiro maior- nacional e internacional na propagação de novas tecnologias, desenvolvimento acadêmico e de pesquisas educacionais cujo foco é os Direitos Humanos e manifestações artísticas que abarcam o do potencial brasileiro na atualidade.
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INFORPRESS ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO E EDIÇÕES LTDA.
Filiações: EMBRATUR, SPCV&VB, CONRERP, ABEOC
Equipe de Produção:
Portugal:
- Ana Rita Chaves, produtora de tv, rádio, shows , eventos. Divulgadora e promotora de marketing e cultura. Presidente da Associação européia Dialogo e Ação com sede em Lisboa; diretora geral da Zulu Nation Portugal; diretora executiva do projeto Viva Cazuza - Viva Cazuza‖ que foi um dos maiores eventos no que se trata de campanhas de apoio a hospitais que cuidam de pacientes com HIV/SIDA, resultando numa sociedade para tratamento e apoio a crianças vítimas da SIDA (Rio de Janeiro, Brasil). Criou e coordenou o projeto Tomando Rumo com jovens em situação de rua, juntamente com o conselho tutelar do estado de São Paulo e o CEDECA (Centro de Defesa da Criança e do adolescente) - SP.
Local e endereço:
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Nova de Lisboa- Av. de Berna 26-C- Lisboa- (+351) 21 790 83 00- Portugal/PT
Logo:

Contato(s) digital:
panoramabrasilsite@gmail.com
cristinarocha@inforpress.com.br
Programação: abertura exposição 17h (edifício ex-DRM)
Participação: Maryline Vindeirinho (performance)
03/11/2009 a 30/11/2009 – Exposição Visual
A partir das obras de Anna Guerra (retrato das mulheres do nordeste, identidade e força), Pedro Vicente Alves Pinto, Grabriel CZS e Dan Mabe (registro da linguagem das ruas), Marcos Muzi e Nuno Rocha (a contemporaneidade identitária vista pelas lentes tecnológicas), a exposição visualiza o adensamento de reflexões sobre arte, cultura e educação para os direitos humanos. O tecido social apresenta situações e sensações que apontam para diferentes poéticas. Inserido no ritmo vertiginoso do cotidiano, as obras participantes buscam o olhar reificado que se reconhece como parte integrante - e pulsante - que, somada à história particular de cada indivíduo, forma o composto social em seus múltiplos aspectos. Busca-se tematizar, no conjunto das obras participantes, os diversos ângulos que ressalta a cultura e o espaço social.
PARTICIPANTES
Pedro Vicente Alves Pinto
Anna Guerra
Marcos Muzi
Dan Mabe
Gabriel CZS
Nuno Rocha
Exibição de cinema e debate
Auditório 2 da FCSH (Universidade Nova de Lisboa)
3,4,e 5 das 14horas às 19 horas
03/11- 14h
NU BAI, o Rap Negro de Lisboa
NU BAI – O Rap Negro de Lisboa é um documentário realizado por Otávio Raposo, filmado entre 2003 e 2006, com a duração de 65 minutos. Otávio Raposo é sociólogo (ISCTE/CRIA), nascido no Brasil, vive em Lisboa há oito anos, onde se licenciou na FCSH – Universidade Nova de Lisboa. Estava a concluir a licenciatura quando iniciou as filmagens do filme. As pesquisas sobre temas relacionados com as culturas juvenis motivaram-no a fazer um documentário sobre o rap, e intensificaram o seu envolvimento com a Antropologia Visual. Finalizou o Mestrado em Antropologia Urbana no ISCTE, ―Representa Red Eyes Gang: das redes de amizade ao hip hop‖ e é sociólogo da Comunidade Vida e Paz – Instituição de Apoio aos Sem Abrigo.
Este documentário procura ilustrar a realidade do fenómeno do hip-hop nos arredores da capital. É-nos transmitida uma imagem de cerco a Lisboa, pelas cinturas de bairros sociais onde o fenómeno nasceu, cresceu e perdura. Muita da sua atenção é focada na Margem Sul, nos bairros da Arrentela e Porto Salvo, para além dos muitos outros nomeados. Ao contrário do que seria uma opção habitual, Otávio Raposo vai-nos surpreendendo pelo caminho menos óbvio, permitindo-nos um mergulho de extrema proximidade com os poetas do rap de rua, não na procura do verso e da rima, mas naquilo que são as suas visões do mundo, o estímulo interior que os leva incessantemente à inquietude. Assim se vai começando a tecer a o complexo retrato de uma comunidade da qual são também porta-vozes; uma comunidade estigmatizada pela exclusão, pela violência policial, pela pobreza e pelo racismo. Os consensos sociais e os preconceitos culturais do país de brandos costumes vão sendo totalmente rasgados, à medida que vamos acompanhando estes novos narradores, que atravessamos a cidade e os seus subúrbios com os olhos focados nos seus pontos de vista.
A sinopse é muito clara: ―Hip Hop é intervenção. Não quero ninguém a dançar, mas a pensar", diz Jorginho, um dos oito rappers entrevistados. Este documentário ouve o canto, solta a voz, não reprime os sonhos, os desabafos, o desejo de vingança, o diálogo-monólogo quase surreal. "Eu sonhei que estava a voar na Pedreira dos Húngaros". O som do beat box e poesia em crioulo a reinventar a vida, para que um dia tenham o seu Malcolm X, os seus Panteras Negras. É o futuro. O hip hop é a arma.
Incómodo, desconfortável, tão cru e violento quanto a própria vida, Nu Bai obriga-nos a olhar para as nossas escolhas enquanto sociedade e a sermos confrontados com as duras consequências das mesmas. Acusa, de forma directa e franca, os políticos portugueses pela vergonhosa e ignominiosa lei da nacionalidade, negando-a às segundas e terceiras gerações, revela o quão patéticas foram e são as políticas de habitação social e o que realmente as movia e move – a ganância. Trata-se de um filme sem qualquer espécie de objectivo sedutor, pelo que não perdoa a culpa da passividade de cada um de nós, que fazemos tudo para fazer de conta que desconhecemos o que se passa aqui
mesmo ao lado. Revela ainda o denodado esforço de inclusão e esvaziamento do próprio hip-hop, procurando retirar-lhe a mensagem que geneticamente comporta, de modo a torná-lo mais doce para os consumidores. Sem pudor nem vergonha, as palavras são pedras, os silêncios são lanças – aqui está um filme que merece ser visto.
15hs - Mesa de debate: Interculturalidade e Comunicação
Rapper LBC Minao Soldjah (Rapper do bairro social da Cova da Moura. Estudante de traducção e interpretação da Universidade Lusofona de Humanidades e Tecnologia. Mediador, ativista e animador do projecto 12 /15 da Escola Intercultural das Profissões e do Desporto
Peter Anton Zoettl. Mestrado em Antropologia pela Universidade de Hamburgo, com uma tese sobre a religião afro-brasileira de Umbanda. Doutorado pela Universidade de Bremen, com uma tese sobre imigrantes africanos em Portugal. Formado em cinema e cinema etnográfico pela ESTC, Lisboa e o IWF, Göttingen. Trabalhou com jornalista e fotógrafo para televisão, agências de notícias e jornais alemães e internacionais. Realizou várias exposições de fotografia, curtas metragens ficcionais e documentários. Leccionou recentemente Antropologia Visual na UFBA, Salvador.
José da Silva Ribeiro. Licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto, Curso Superior de Cine-Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto, Mestre em Comunicação Educacional Multimédia e Doutorado em Ciência Sociais pela Universidade Aberta. Professor na Universidade Aberta, Departamento de Ciências Sociais e de Gestão e coordenador da área de Antropologia Visual do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais/CEMRI, da Universidade Aberta
18hs
Lançamento do livro institucional - Direitos Humanos, Segurança Pública & Comunicação‖ (serão doados exemplares para UNL)
Sobre o livro institucional

http://www.youtube.com/watch?v=lx_DzuPAdRg
Rosana Martins; Maria Goretti Pedroso & Tabajara Novazzi Pinto (org.). Direitos Humanos, Segurança Pública & Comunicação. São Paulo: ACADEPOL, 2007, 444p.
O livro foi dividido em três partes (PARTE I - DIREITOS E POLÍTICAS DE INCLUSÃO E MEIO AMBIENTE; PARTE II – SEGURANÇA PÚBLICA; PARTE III CULTURA, METRÓPOLE E COMUNICAÇÃO), contendo no total 36 artigos. Um aspecto importante do livro, digno de nota, é a maneira como registra a insatisfação com concepções dos direitos humanos, consideradas excessivamente estreitas e que, predominando atualmente, resultam em análises que obscurecem suas amplas dimensões. Os diversos artigos, presentes no livro, chamam a atenção a essa
dinâmica, ressaltando a importância de apreender, e aprender, melhor as múltiplas imbricações entre a comunicação, os direitos humanos e a segurança pública.
Mesa de Debate: Arte, Cultura e Comunicação (presença dos artistas participantes da exposição visual e organizadores do evento)
04/11 – 14hs
Antônia

Ficha Técnica Título Original: Antônia Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Direção: Tata Amaral
Na periferia de São Paulo, quatro jovens mulheres negras que cantam juntas desde a infância lutam pelo sonho de viver de música. Com seu grupo de rap Antônia, encontram um empresário e começam a cantar em bares e festas. Mas, quando o sonho parece tomar corpo, os revezes de um cotidiano de pobreza, machismo e violência ameaçam o grupo e põem a amizade das garotas à prova.
Performance “Hip-Hop de Batom” 16hs - Mesa de debate: Vozes Periféricas: Brasil e Portugal em Foco
Christiane Machado Coêlho. Possui graduação em Ciências Sociais (Sociologia) pela Universidade de Brasília (UnB, 1994), mestrado em Psicologia Social pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris, 1997) e doutorado em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris, 2006). Atualmente é pesquisadora de pós-doutorado no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (CIES, Lisboa), membro da Association Française de Sociologie (AFS), membro da Associação Portuguesa de Sociologia (APS) e membro da International Oral History Association (IOHA). Trabalhou como pesquisadora na International Organization for Migration (IOM, 2008-2009). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Urbana, Sociologia das Migrações, Sociologia Política e Sociologia do Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais, políticas sociais, cidadania, gênero, cultura urbana e processos migratórios no contexto brasileiro e transnacional.
José Alberto Simões. Doutorado em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona no Departamento de Sociologia. Investigador do
CESNova — Centro de Estudos de Sociologia da Nova (FCSH/UNL). Membro do Conselho de Redacção da revista Fórum Sociológico. Integra a rede de investigadores do projecto EU Kids Online, coordenado pela London School of Economics and Political Science, actualmente em curso. Tem investigado e publicado nas áreas da sociologia da cultura, juventude e media.
Márcia Santos Duarte de Oliveira. Possui mestrado em Linguística pela Universidade de Brasília (1995) e doutorado em Linguística pela Universidade de São Paulo (2004); é professora doutora da Universidade de São Paulo atuando nos seguintes temas: teoria linguística, morfossintaxe do português falado no Brasil, morfossintaxe de línguas africanas, língua ibíbio, comparação do português brasileiro com línguas africanas, português na África, crioulos de base portuguesa na África. É autora de (1) "Perguntas de constituinte em ibíbio e a teoria de tipo oracional" (LINCOM-Europa, 2005) e (2) "Sintaxe do português - estudando formalmente a gramática de uma língua", do 'Selo Conhecimento Acadêmico' (Multifoco/ TUDOTECA, 2009); é pesquisadora na área ibíbio - Nigéria/ África - desde 1995.
05/11 – 14hs
Noel - Poeta da Vila
Gênero: Drama Tempo de Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Direção: Ricardo van Steen
Sinopse: Aos 17 anos Noel Rosa (Rafael Raposo) é um jovem engraçado, que possui um defeito no queixo e gosta de improvisar quadras debochadas para os amigos. Noel estuda medicina e toca numa banda regional, com outros garotos do bairro. Noel gosta da companhia de operários, negros, favelados e prostitutas, com quem rapidamente faz amizade. Até que um dia conhece Ismael Silva (Flávio Bauraqui), compositor que o desafia a compor um samba. Noel usa uma paródia ao Hino Nacional para compor "Com Que Roupa?", que faz grande sucesso nas rádios de todo país. A partir de então ele se dedica de vez ao mundo do samba, mudando a história da música popular brasileira. 16hs – Mesa de debate: Multiculturalidade Brasil e Portugal: desafios
Pedro Vicente Alves Pinto. Dramaturgo e artista visual, estréia no teatro com o texto Banheiro, de 96, apontado como retrato autêntico da geração urbanoide paulistana dos anos 90, e primeiro de uma serie de textos que unem busca da transcendência, humor negro e crítica ao comportamento urbano - incluindo ―DISK OFENSA Linha Vermelha‖ (indicada ao Premio Shell 99) e ―Sem Memória‖ (apresentada em ciclo de dramaturgia brasileira no Royal Court Theatre de Londres em 2003). Roteirista de cinema e televisão (TV Cultura, Nickelodeon, e outras), em 2007 assina o roteiro do
filme ―Poeta da Vila‖, de Ricardo Van Steen, sobre o compositor Noel Rosa. Recente expôs suas obras na Casa do Lago, Universidade de Campinas, São Paulo.
Ana Stela Cunha. Mestre e Doutora em Lingüística Africana (Universidade de São Paulo/2003)
Leitora na Universidade de Havana (Cuba) – 2006/2008. Pós Doutoranda em Antropologia no Instituto de Ciências Sociais – ICS, Lisboa/Portugal desde 2008. Desde a Iniciação Científica trabalhando com os quilombos – primeiramente o Quilombo do Cafundó (SP) (1994-96), posteriormente com os Quilombos de Damásio e Cumum, no Maranhão (até os dias atuais). Coordenadora técnica do projeto ―O boi Contou‖ financiado pelo Programa Petrobras Cultural 2007 – em andamento. Elaboradora do projeto ―Bumba Boi bate uma Bola, outorgado pelo Ministério da Cultura – apresentação do Bumba Boi em Hamburgo, Alemanha, entre os dias 12 e 17 de setembro de 2006. Elaboradora do projeto ―Capoeira Viva‖ sob patrocínio da Petrobras e Fundação Gregório de Matos juntamente com o quilombola Valmir Goulart – 2008. Atualmente Stela Cunha é pós-doutoranda da Universidade de Lisboa, Portugal.
Pedro Andrade. Áreas de atividade científica: Sociologia da Cultura Urbana / Arte e Comunicação / Tecnologias de Informação. Doutorado na École des Hautes Études em Ciências Sociais, Paris, e doutorado em Sociologia da Cultura na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH-UNL) de Lisboa. Pedro Andrade leciona na Faculdade de Belas Artes em Lisboa. De 2000 a 2005, foi coordenador do projeto "Literacia Científico-Tecnológica e Opinião Pública: o caso dos Museus de Ciência", com apoio financeiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia-FCT. No CECL, FCSH-UNL, é Coordenador do projeto "Comunicação Pública da Arte: o caso dos museus de arte globais / locais', subvencionado pela FCT.
Teresa Fradique. Antropóloga Social tem desenvolvido trabalho a partir de uma aproximação às artes visuais e performativas. Integrou a Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha em 1999. Desenvolveu actividades no âmbito da Antropologia Visual no Centro de Estudos de Antropologia Social (CEAS). É atualmente investigadora-colaboradora do CRIA. Desenvolve como principais áreas de interesse de investigação a antropologia visual, antropologia e arte, antropologia e cultura material, artes performativas, pós-colonialismo, culturas juvenis e identidade nacional.
Contatos com a Imprensa:
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Cristina Rocha e Chico Fialho
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